Mulheres a Bordo!

Entrevista com a Capitão-de-Mar-e-Guerra (CD) Leonor A. de M. Barros da Cunha Reetz

agosto 4th, 2014 § 3

Nossa entrevistada é uma linda mulher. Dedicada à sua profissão de Dentista, desde que iniciou sua carreira, na segunda turma de Oficiais feminina, inicialmente pertenceu ao Corpo Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha. Em 1997, com a reestruturação da carreira realizada pela Marinha, a Comandante Leonor foi incluída no Quadro de Dentistas, assim como as demais Oficiais, que possuem a mesma formação.

Versátil a Comandante Leonor gosta muito de esportes, e posa ao lado de alguns troféus que recebeu durante a carreira, pela sua participação em esportes. Gosta também de cantar e já fez parte do Coro Feminino de Oficiais da Marinha.

Orgulha-se de até hoje poder atender pessoalmente a seus pacientes, no Batalhão Naval, Organização Militar que pertence ao Corpo de Fuzileiros Navais.

MM – Como surgiu seu interesse em entrar na Marinha?

1)  O meu interesse em ingressar para a Marinha surgiu antes mesmo de existirem mulheres na Forças Armadas!
Em fevereiro de 1980, ao assistir à formatura dos meus colegas de turma da Faculdade de Odontologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que ingressavam como Oficiais da Reserva Não Remunerada, apaixonei-me pelo belo cenário do Centro de Instrução Almirante Wandenkolk, pela imponência da cerimônia com os garbosos oficiais em seus impecáveis uniformes e pelo salário que, na época, era bastante atrativo, principalmente pelo fato de sermos recém formados!
Nascia ali um forte desejo de ser militar, de ter a mesma oportunidade dos meus colegas e o sonho de fazer parte das fileiras da Marinha!
Alguns meses após, soube que o então Ministro da Marinha, Almirante Maximiano Eduardo da Silva Fonseca, assinara uma portaria criando o Corpo Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha, em 7 de julho de 1980. Sua atitude ousada e pioneira permitiria o ingresso daquelas que , voluntariamente, desejassem servir à  Marinha do Brasil.
Dessa forma, vi surgir a tão desejada oportunidade de ingressar na Marinha. No entanto, só obtive êxito no segundo concurso e concretizei o meu sonho em 1982 ao ingressar na segunda turma de Oficiais do Corpo Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha.
MM – O que mais lhe atraia na carreira militar?
2) Fica difícil citar apenas um fator que tenha mais me atraído na carreira militar. Além da paixão, creio que foi um conjunto de fatores tais como: a segurança da remuneração, a possibilidade de realizar um bom trabalho na área odontológica, a participação nas cerimônias militares que sempre me encantaram, a oportunidade de conhecer e realizar trabalhos em outros setores que contribuíram para o crescimento profissional e pessoal, além da possibilidade de ascensão na carreira.
MM – Como dentista, como são as suas atividades diárias?
3) Embora já tenha atingido o último posto previsto para o quadro, quando os cirurgiões dentistas realizam atividades administrativas, tenho o privilégio e o orgulho de ainda exercer, diariamente, a minha atividade fim de cirurgiã dentista.É com imensa alegria que realizo os procedimentos odontológicos, levando alento aos que me procuram com dor, devolvendo o sorriso e a auto estima, além de realizar as inspeções de saúde de centenas de militares que estão lotados na Fortaleza de S.José.
MM – Quais as dicas que daria a uma jovem que hoje estuda odontologia e que gostaria de entrar para a Marinha?
4) Para as jovens que estudam Odontologia e que gostariam de entrar para a Marinha, eu diria que, antes de tudo, devem  observar se possuem o perfil compatível com as particularidades da vida militar, tais como hierarquia e disciplina pois como militares, poderão exercer outras funções que não sejam da área odontológica.
MM – Em termos de preparo para o concurso, quais as dicas você daria?
5) Muita coisa mudou desde que ingressei na Marinha há 32 anos, inclusive as matérias das provas que, naquela ocasião, consistiam de português, redação e estudos dos problemas brasileiros, todas eliminatórias. Caso fôssemos aprovadas na primeira fase, teríamos ainda  que enfrentar os testes psicotécnicos, exame médico e entrevista, com prova oral sobre odontologia. Atualmente, as matérias já são as específicas da carreira e além dos demais processos anteriores, passou a ser exigido também o teste de aptidão física para a aprovação . Portanto, o concurso exige preparo profissional, mental e físico.
MM – Em sua opinião, quais as vantagens da carreira militar na Marinha, para uma dentista?
6) Na minha opinião, as vantagens da carreira militar na Marinha, para uma cirurgiã dentista, são poder exercer uma odontologia de qualidade, com materiais e tecnologias de ponta, a oportunidade de adquirir experiência nas diversas especialidades, a possibilidade de realizar cursos de aperfeiçoamento e especializações no mais alto nível, na própria Odontoclínica Central da Marinha, além de cursos de mestrado e doutorado nas renomadas universidades do país.É preciso lembrar ainda da possibilidade de sermos transferidas para outros estados ou eventualmente realizar embarques, o que dependendo da situação pode ser considerada vantagem ou não!
MM – Relate uma experiência marcante e positiva que teve em sua carreira?
7) Relatar uma experiencia marcante e positiva na carreira, para quem está na Instituição há mais de 32 anos e ainda com o mesmo entusiasmo e paixão dos tempos de Guarda Marinha, não é uma resposta fácil. São inúmeros casos, tanto na esfera odontológica, quanto na militar.
Tive a oportunidade de embarcar nos Navios Doca Desembarque Rio de Janeiro e Ceará, numa viagem de instrução para aspirantes, indo até Buenos Ayres, vivenciando e entendendo as necessidades, dificuldades e prioridades do pessoal embarcado ; participei de diversas operações ACISO, atendendo população carente na região de Marataízes; participei também de exercícios militares na Ilha da Marambaia, junto aos Fuzileiros Navais; participei como locutora juntamente com outro oficial, na apresentação da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, em Brasília para um público de 1.200 pessoas, dentre outras. Todas foram experiências marcantes e positivas.
Além disso, a odontologia é uma profissão dinâmica e a cada dia, a cada paciente, enfrento desafios que se tornam experiências marcantes. Muitos são os casos em que os pacientes com dores insuportáveis ou baixa auto estima, devido ao aspecto dentário, saem aliviados e  imensamente felizes após o tratamento, retornando muitas vezes com lembranças em retribuição pelo meu trabalho. Sem dúvida, a retribuição oferecida pelos meus pacientes, componentes da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais, por ocasião do meu aniversário em 2007, chamando-me ao pátio da Fortaleza de S. José e surpreendendo-me com a execução do Laudemus e Feliz Aniversário, constitui uma das mais marcantes, inesquecíveis e positivas experiências em minha carreira!!!

Aniversário de Ingresso da mulher nas fileiras da Marinha

julho 8th, 2014 § 0

A data de 07 de julho marca para todas nós mulheres militares da Marinha, um momento muito importante. A Marinha, de forma pioneira, em 1980, permitiu o ingresso na Força.

Em toda a Marinha esta data é comemorada, e as militares mais antigas, homenageadas.

Almirante Dalva Maria Carvalho Mendes

Após belas palavras que foram lidas pela Almirante Dalva, o Coro Feminino de Oficiais cantou a canção Mulheres em Armas, que é o hino das mulheres militares.

Coro feminino de Oficiais da Marinha

CMG (T) Aldner Peres de Oliveira – Vice-Diretora de Ensino da Marinha

junho 13th, 2014 § 1

Mulheres alcançam realização profissional na Marinha

Admiração às Forças Armadas torna – se mais do que um sonho, uma realidade

Por Matheus Fernandes Arantes, aluno do 4º período de Jornalismo, da UNISUAM e Marinheiro na Marinha do Brasil.

Formada em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Mestre em Engenharia da Ciência e Computação, na COPPE/UFRJ. Aldner Peres de Oliveira, de 56 anos, ingressou na Marinha do Brasil em 1984, na 4º turma de Oficiais do quadro do, então, Corpo Auxiliar Feminino da Reserva da Marinha (CAFRM), e foi promovida á Segundo – Tenente ao final do Curso de Adaptação à Carreira Militar Naval, em agosto de 1984.

Comandante Aldner executando suas tarefas diárias

Aldner decidiu entrar na carreira militar pela sua admiração às Forças Armadas, pelo exemplo de ética, dedicação e seriedade. Ela explica que “a decisão de ser militar foi uma questão de identificação pessoal com esses valores e com os princípios da hierarquia e disciplina”. Ao longo de sua carreira, a Oficial atuou durante 12 anos na área técnica, efetuando a avaliação operacional de sistemas navais, onde participou de diversos projetos, alguns deles exigiam embarque em Submarinos. No ano de 1990 foi à primeira mulher embarcar em um Submarino, cujo nome era Tupi S-30. Durante quatro anos, serviu no comando do 1º distrito naval, na cidade do Rio de Janeiro, onde exerceu a função de Encarregada da Seção de Comunicação Social, adquirindo conhecimentos até então alheios à sua área de formação: organização de cerimônias e eventos, contato com a imprensa, entre muitas outras atribuições. Em 2003, foi Assistente do Diretor de Telecomunicações da Marinha. De 2004 a 2005, serviu na Base Naval de Natal (BNN), para acompanhar seu esposo, também militar, na época, Capitão-de-Fragata(IM) Carlos Alberto de Cacio, Diretor do Depósito Naval de Natal. Ela conta que “foi um período de extrema importância, pois desenvolveu vários conhecimentos na parte administrativa e financeira”. Durante dois anos foi assessora, sucessivamente, do Diretor Geral do Pessoal da Marinha e do Comandante de Operações Navais, na cidade do Rio, e, finalmente, em 2008-2009, do Chefe do Estado-Maior da Armada, em Brasília. No ano de 2010, ela recebeu um cargo de prestígio na MB, foi comandante do Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha (SSPM), onde comandou cerca de 120 pessoas, homens e mulheres.

Atualmente, Aldner tem a patente de Capitão-de-Mar-e-Guerra (CMG), último posto no quadro á qual pertence. Exerce a função de Vice- Diretora da Diretoria de Ensino da Marinha, cargo até então alcançado somente por homens. Com 30 anos de Marinha ela se sente realizada profissionalmente e diz que faria tudo de novo. Ela completa que “a Marinha do Brasil é mais do que uma profissão, é uma experiência de vida”.

fevereiro 5th, 2014 § 0

Por Capitão-de-Fragata Helena Peres
O público leigo não sabe que a Marinha promoveu, em 2013, o primeiro concurso público para ingresso de mulheres na Escola Naval.
A relevância deste ato, após 33 anos do efetivo ingresso da mulher, como militar na Força, já representa, por si só, um fato histórico, digno de registro.
As circustâncias que o antecederam, foram objeto do livro Mulheres a Bordo, recentemente lançado (www.mulheresabrodo.com.br).
Fora isso, para as 12 vagas abertas inscreveram-se cerca de 3000 candidatas ressaltando mais ainda a dificuldade do processo e a dimensão do êxito das aprovadas.
O texto que se segue, pertinente e atual, foi escrito por Carla Andrade,  tia de uma das Aspirantes selecionadas, e não se restringe ao assunto, fazendo, uma abordagem magistral e uma crítica ao nosso cotidiano.
Recomendo sua leitura !!!
Uma Foto e Vários Sentimentos
Carla Andrade
¨De todas as transformações que o nosso país enfrenta, não tenho dúvida que a pior delas é inversão de valores.
Não estou falando dos atores, mas da plateia.
Quem determina o sucesso de um espetáculo é o público. Por melhor que sejam os atores e o enredo, se o público não aplaudir, a turnê acaba.
Nós somos a sociedade, nós somos a plateia, nós dizemos qual o espetáculo deve acabar e qual precisa continuar.
Se nós estamos aplaudindo coisas erradas, se damos ibope a pessoas erradas, de que estamos reclamando afinal?
Somos nós que continuamos consumindo notícias de bandidos presos e condenados.
Somos nós que consumimos notícias de arruaceiros que ganham mesada para depredar o nosso patrimônio.
Somos nós que damos trela para beijaços, toplessaços, marcha de vadiaças, dos maconheiraços, dos super-heróis que batem ponto em “manifestações” (e que gostam de cozinhar-se dentro de uma fantasia num sol de 45 graus), e todos os tipos de histéricos performáticos que querem seus 15 minutos de fama.
Quando fazemos isso, estamos dando-lhes valores que não têm. Estamos dando-lhes atenção. Estamos dedicando-lhes o nosso precioso tempo.
Passou da hora de dar um basta nisso!
Por que os nossos jornais estão recheados de funkeiros ao invés de medalhistas olímpicos do conhecimento?
Por que vende-se mais jornal com notícia de um funkeiro que largou a escola por já estar milionário, do que de um aluno brilhante que supera até seus professores?
Por que sabemos os nomes dos BBBs e não sabemos os nomes dos nossos cientistas que palestraram no TED?
Por que muitos não sabem nem o que é o TED? Ou Campus Party?
Por que um evento histórico para o Brasil como o ingresso da primeira turma feminina da Escola Naval não é noticiado?
Por que um monte de alienadas com peitos de fora, merecem mais as manchetes do que as brilhantes alunas, que conquistaram as primeiras 12 vagas, da mais antiga instituição de ensino superior do Brasil?
Por que nós continuamos aplaudindo a barbárie, se ainda temos valores?
O país não mudará se nós não mudarmos o foco!
Os políticos não mudarão se nós não refletirmos a sociedade que queremos!
Já passou da hora de nos posicionarmos!
Ostracismo a quem não merece a nossa atenção e aplausos para quem faz por merecer.
Merecer! Precisamos devolver essa palavra para o nosso dicionário cotidiano.
Meu coração ao olhar essa foto hoje, se divide em vários sentimentos distintos.
Muito orgulho de ser mulher e me ver representada por essas guerreiras.
Elas não estão fazendo arruaça pleiteando igualdade. Elas conquistaram a igualdade estudando e ralando muito.
Elas tiveram que carregar na mão as suas malas pesadas no dia que entraram na Escola Naval. Não puderam puxar na rodinha não! Tiveram que carregar na mão igual aos aspirantes masculinos.
Elas foram e fizeram.
Mas ao contrário das feministas de toddynho, não estarão nas manchetes dos jornais de hoje. E isso me evoca outros sentimentos.
Sentimentos de revolta, de vergonha, e de constrangimento frente a essas mulheres, que não serão chamadas de heroínas por apresentadores de televisão. Mas estão dispostas morrer como heroínas por nosso país.
Parabéns Primeira Turma Feminina da Escola Naval de 2014. Vocês são a dúzia que vale muito mais que milhares!¨

ASPIRANTES FEMININAS INICIAM ADAPTAÇÃO NA ESCOLA NAVAL

fevereiro 3rd, 2014 § 2

Por Capitão-de-Fragata (T) Helena Peres

mulheresabordo@gmail.com

Há 33 anos atrás um grupo de mulheres iniciava sua carreira militar, pela primeira vez na história, na Marinha do Brasil. Naquela ocasião, a carreira ainda não era efetiva. As militares eram recrutadas, e passariam por um período probatório, por 9 anos.

Toda esta trajetória foi muito bem relatada, em nosso livro Mulheres a Bordo (www.mulheresabordo.com.br).

Janeiro de 2014 marca o início de uma nova era para as jovens de nosso Brasil. A Escola Naval, pela primeira vez na história, recebe um grupo de 12 jovens, que iniciam seu período de adaptação, em igual condições aos jovens.

Foto: De Vito Fotos

Estas jovens passaram por um rigoroso processo de seleção, similar ao enfrentado pelos homens, e que inclui, além de provas escritas, avaliação médica e física.

Agora passam a integrar o Corpo de Intendentes da Marinha, onde poderão atingir ao posto de Vice-Almirante.

Foto: De Vito Fotos

Durante o período de adaptação as Aspirantes receberam a ilustre visita do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto.

BRAVO ZULU aspirantes!!

Que bons ventos a tragam para nossa Força.

Como comprar o livro Mulheres a Bordo

abril 12th, 2013 § 0

Agora ficou mais fácil. A compra pode ser realizada diretamente em nosso site www.mulheresabordo.com.br, ou ainda no Mercado Livre. Pagamento à vista ou parcelado no cartão. Contato pelo e-mail mulhernamarinha@gmail.com.

Entrega do livro à Presidenta Dilma Rousseff e cumprimentos à Almirante Dalva e oficiais e Oficiais-Generais recém-promovidos.

fevereiro 16th, 2013 § 0

No dia 20 de Dezembro de 2012, as autoras do livro Mulher a Bordo foram convidadas a ir até Brasília para entregar pessoalmente o livro à Presidenta Dilma Rousseff, que as recebeu carinhosamente. A Presidenta  parabenizou o projeto Mulheres a Bordo, que  além do livro, produziu também 1.000 audiolivros que foram distribuídos gratuitamente para instituições de deficientes visuais.

No mesma data a Presidenta havia prestado os cumprimentos aos Oficiais-Generais promovidos. Dentre eles destacou-se pela primeira vez na história a Contra-Almirante (Md) Dalva Maria Carvalho Mendes, razão pela qual a presidenta manifestou publicamente a sua satisfação em poder realizar este ato histórico:

“Não poderia deixar de registrar aqui que, pela primeira vez, uma mulher ascende à patente de oficial-general, demonstrando que, também nas Forças Armadas, patriotismo e profissionalismo independem de distinções de gênero. Isso será cada vez mais evidente, agora que o ingresso das mulheres nas carreiras militares passou a ser estimulado por novas regulamentações. O brilho da carreira da almirante Dalva Maria de Carvalho Mendes é exemplar do sucesso que milhões de brasileiras têm alcançado na busca de uma vida mais plena e de uma sociedade mais justa e com mais oportunidades para todos”, disse.

Matéria da Revista do Clube Naval, feita pelo Almirante Façanha.

fevereiro 15th, 2013 § 2

Foi com muita alegria que recebemos a Revista do Clube Naval, de out/nov/dez, e na página 74 se encontra uma matéria tão carinhosa escrita pelo nosso Almirante Intendente mais antigo na Reserva, o Vice-Almirante Estanislau Façanha Sobrinho.
Este senhor, que há tantos anos conheço, é um exemplo de militar e de pessoa. Conhecido por muitos anos como um grande atleta, apesar da idade avançada, demonstra sua lucidez e amor à Marinha, em todos os eventos que comparece.
Em seu artigo o Almirante também deixa claro o seu carinho e admiração especial pelas mulheres militares da Marinha, que realizam seu trabalho competente na Força.
Conseguiu perceber muito bem o que quisemos retratar no livro: a multiplicidade de funções que hoje exercem as mulheres na Marinha.
Muito obrigada Almirante, por tanto carinho com a gente.
E para quem ainda não possui o livro informamos que está a venda na Editora Hmperes, Rua da Quitanda 194, sala 507, Centro. Tel: (21) 2223-3117, Cel: (21) 8741-8326 (CF Helena Peres), (21) 6704-5684 (CIbele Souza)
Entregamos no Centro e OM da Marinha (via postal), sem custo.
Para demais localidades, enviamos por Correios.

Matéria carinhosa sobre o livro Mulheres a Bordo e  mulheres militares da Marinha, feita pelo Almirante Façanha.

Exemplares do livro Mulheres a Bordo à venda na editora HMPeres.

fevereiro 15th, 2013 § 0

Queridas amigas e queridos amigos,

O livro está disponível na editora HMPeres, Rua da Quitanda, 194 – sala 507 – Centro.

Entre em contato conosco!

mulhernamarinha@gmail.com

Tel.: (21)2223-3117

Cel.:(21)6704-5684

Cel.:(21)87418426

Matéria do G1

dezembro 24th, 2012 § 0

http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/dilma-homenageia-primeira-mulher-ocupar-cargo-de-oficial-general.html